Durante séculos, Lucrécia Borgia levou a fama de mulher amoral, cruel e (literalmente) fatal. Filha do papa Alexandre VI, ela ganhou notoriedade como pivô de escândalos e crimes de inspiração política ou passional, ainda que, em quase todos, tenha sido apenas instrumento dos interesses do pai e do irmão, Cesare Borgia — este sim, um assassino contumaz e exemplo legítimo da falta de escrúpulos. Disposta a corrigir esta injustiça histórica, Jean Plaidy vasculhou a vida de uma das mais polêmicas figuras do Renascimento. Em LUCRÉ;CIA BORGIA, um lançamento da Record que complementa a trama de A Madona das sete colinas, a escritora mostra, de forma romanceada, um lado desconhecido da mais proeminente representante feminina do clã: a jovem criada numa sociedade corrupta e submetida a casamentos arranjados, que dedica a segunda metade da vida à contemplação da arte e à caridade. A motivação que levou Jean Plaidy (pseudônimo de Eleanor Hibbert) a pesquisar a vida de Lucrécia não foi a simples curiosidade de conhecer a fundo os escândalos de uma personagem medieval notá;vel. Pelo contrá;rio: inconformada com a reputação que sempre foi atribuída à famosa dama do clã Borgia, a escritora procurou descobrir os fundamentos dos boatos que ganharam força de registro histórico, como uma possível relação incestuosa com o pai, o cardeal espanhol Rodrigo Borgia, tornado papa em 1492, e a morte do poeta Ercole Strozzi, entre outros. Ao folhear as pá;ginas obscuras da vida de Lucrécia, a autora se deparou com revelações surpreendentes, particularmente sobre os acontecimentos a partir do terceiro casamento da personagem, com Alfonso d’Este. Já; conhecida como duqueza de Ferrara, ela passa a viver de forma tranqüila e devotada, ajudando pessoas pobres e incentivando artistas. LUCRÉ;CIA BORGIA é um romance marcado pelo estilo elegante de Jean Plaidy, mas a riqueza de informações o torna uma genial obra de revisão histórica. Autora da Saga dos Plantagenetas, série que conta a trajetória da monarquia medieval inglesa, Jean Plaidy tirou de uma praia — Plaidy, na região da Cornualha, sul da Inglaterra — seu pseudônimo mais famoso, com o qual se tornaria mundialmente conhecida. Seus livros já; foram traduzidos para vá;rios idiomas, sempre com sucesso de vendas. A escritora morreu em 1993, durante um cruzeiro de férias, sem revelar sua idade.

Nem pensar nele posso, pois recordo, com màgoa o episodio que me fez deixar a escola aos 12 anos de idade porque era um livro proibido naquele tempo, e que me tinha emprestado um camarada doutra escola,àa escondidas do seu pai,foi um desastre para mim, essse livro, que so li a primeira pàgina e bastou para me complicar a vida escolar, portanto continuo a adorar a literatura, mas esse livro;;; nem pensar!!!''A ''Tripeira''

Que livro sensacional!! Adoro histórias épicas como essa. Fiquei feliz em saber que poderei ver toda a história da família Borgia novamente em Borgia, que mostra todas as mentiras, alianças, falsas promessas e chantagens que Rodrigo Borgia usou para chegar ao poder no Vaticano. Parece excelente, quero assistir.
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