SINOPSE DO LIVRO A CHAVE DE SARAH

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Capa do livro A Chave de Sarah por Tatiana de Rosnay
Autor
Gênero
ANO DE LANçAMENTO
1969
editora
Objetiva
ISBN
9788560280292
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RESUMO DO LIVRO A CHAVE DE SARAH


Best-seller na França, com mais de 430 mil exemplares vendidos em todo o mundo

Em A Chave de Sarah, Tatiana de Rosnay escreve sobre o passado da França com uma clareza implacá;vel e oferece um contundente retrato do país sob a ocupação nazista, revelando tabus e negações que circundam este doloroso período da História francesa.

O livro traz à tona um dos episódios mais vergonhosos da história francesa: a prisão em massa de judeus parisienses no verão de 42, quando quase 13 mil pessoas foram capturadas pela polícia francesa no dia 16 de julho. Levados para o Vélodrome dHiver, uma antiga arena de ciclismo, próxima à Torre Eiffel, eles ficaram detidos por uma semana antes de serem enviados de trem para Auschwitz.

A autora explica que para a França, especialmente para a geração nascida no início doas anos 60, a história de Vel d´Hiv não faz parte do currículo escolar: "Eu não sabia do que se tratava até o discurso de Jacques Chirac em 1995 - ele foi o primeiro presidente a admitir a responsabilidade da França neste evento, sem culpar os nazista. Essa foi a primeira vez que eu ouvi o termo rafle du Vel dHiv. Eu pensei: tenho que escrever sobre isso, mas como? Eu não sou historiadora, eu não sou judia, eu não tenho nenhuma razão legítima para escrever sobre isso, exceto o fato de ser francesa."

Em A Chave de Sarah, Julia Jarmond, uma jornalista americana que vive na França, é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversá;rio do Vel dHiv, episódio do qual ela nunca ouvira falar até então. Ao apurar os fatos ocorridos, a repórter constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Julia decide então descobrir o destino dos ocupantes anteriores - e a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski, é revelada. A família de Sarah foi uma das muitas brutalmente arrancadas de casa pela polícia do governo colaboracionista francês. Michel, irmão mais novo da garota, se esconde em um armá;rio, e Sarah o tranca lá; dentro. Ela fica com a chave, acreditando que em poucas horas estará; de volta.

A Chave de Sarah retrata a sofrida jornada da menina em busca de sua liberdade: dos terríveis dias em campos de concentração aos momentos de tensão na clandestinidade, e, por fim, seu paradeiro após a guerra. E à medida que a trajetória de Sarah é revelada, mais segredos são desenterrados.

Tatiana de Rosnay acredita que nos últimos anos, especialmente depois das comemorações do 60º aniversá;rio da liberação dos campos, os franceses ficaram saturados dos assuntos relacionados à ocupação nazista: "Eu percebi isso durante a turnê de lançamento do livro. As pessoas o pegavam, liam Auschwitz na capa e diziam: ‘Oh, Deus. Então eu explicava que o livro não era sobre Auschwitz, e sim sobre um episódio organizado pela polícia francesa que aconteceu em Paris há; 65 anos - e a maioria de nós não sabe nada a respeito. Então eles comentavam: ‘A concentração do Vel dHiv? Nós sabemos sobre isso sim. E eu perguntava: ‘Quem organizou isso?. ‘Os alemães, eles respondiam. ‘Quantas pessoas foram presas? ‘Duas mil, elas diziam. ‘Não! Foram 13 mil, das quais 4 mil eram crianças."

Nono romance da autora francesa, e seu primeiro livro escrito em inglês, A Chave de Sarah já; teve seus direitos vendidos para 22 países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Espanha e Itá;lia - na França, o romance está; nas principais listas de mais vendidos. Os direitos para a história ser filmada também já; foram vendidos para um produtor francês.

 

Fonte: Editora Objetiva

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Comentários dos Leitores a Respeito de !

Matheus Trombini Siqueira - 06/12/2012 às 16:28

Eu comprei o livro pela saraiva, em loja física.
Achei muito bom mesmo, o livro retrata bem (mesmo que a história seja fictícia) o sofrimento das famílias na época. É triste e empolgante. Muito bom de se ler...

Matheus Trombini Siqueira - 06/12/2012 às 16:28

Eu comprei o livro pela saraiva, em loja física.
Achei muito bom mesmo, o livro retrata bem (mesmo que a história seja fictícia) o sofrimento das famílias na época. É triste e empolgante. Muito bom de se ler...

Matheus Trombini Siqueira - 06/12/2012 às 16:28

Eu comprei o livro pela saraiva, em loja física.
Achei muito bom mesmo, o livro retrata bem (mesmo que a história seja fictícia) o sofrimento das famílias na época. É triste e empolgante. Muito bom de se ler...

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