“Bernard Cornwell é herdeiro direto de Patrick O’Brian.” The Economist A ocupação britânica da Índia e o Imperialismo europeu servem de base para as aventuras do jovem Richard Sharpe, recruta analfabeto a serviço de Sua Majestade. Uma espécie de James Bond de época, com uniforme repleto de galões e espada em punho. Além do charme do herõi, a reconstituição de batalhas famosas e as tramas bem urdidas da série reafirmam, a cada volume, o nome de Bernard Cornwell como um dos principais autores de ficção histõrica contemporâneos. Em A ÁGUIA DE SHARPE, novo título da saga, o ano é 1809 e Sharpe, agora tenente, está; em Portugal. Suas ordens, simples: incorporado pelo regimento inexperiente de Sir Henry Simmerson, tenente-coronel do regimento de South Essex, o batalhão de Sharpe deve marchar até a cidade espanhola de Valdelacasa e se preparar para enfrentar Napoleão em Talavera, numa das batalhas mais sangrentas da guerra. Os homens de Sir Henry são desorganizados e inexperientes, e apenas a cooperação do regimento de Sharpe pode ajudá;-los na hora do confronto. Depois de serem derrotados em um conflito durante a marcha, as bandeiras do exército inglês são levadas, um sinal de triunfo dos franceses. Agora, para restabelecer o orgulho de seu regimento, Sharpe precisa roubar uma das á;guias de ouro ostentadas pelo exército inimigo. Humilhado, Simmerson usa Sharpe como bode expiatõrio, fazendo com que quase todos os soldados do regimento se voltem contra ele. O tenente precisa tomar de volta a bandeira do rei inglês para recuperar sua dignidade e, a fim de cumprir uma promessa, levar consigo também uma das á;guias de ouro ostentadas pelo batalhão francês, um símbolo do império de Napoleão. Mas com os maiores oficiais do regimento conspirando para acabar com a reputação de Richard Sharpe, será; quase impossível executar as duas tarefas.
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